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Com menos de 90 dias para o início das primeiras obrigações práticas da Reforma Tributária, empresas e entidades precisam transformar preocupação em contribuição técnica.
Dados recentes indicam que cerca de 97% das empresas não se consideram preparadas para lidar com o novo modelo tributário. Além disso, a menos de 90 dias do início das primeiras obrigações práticas da Reforma, 72% ainda não estariam prontas para adaptar processos de pagamento a fornecedores, especialmente na emissão, recepção e conciliação de notas fiscais com os novos tributos.
Esse cenário reforça a importância do canal aberto pelo Comitê Gestor do IBS para recebimento de sugestões de aprimoramento do Regulamento.
Mas há um ponto central: a sugestão precisa ser técnica.
Não basta apontar preocupação genérica, insegurança setorial ou dificuldade operacional. A contribuição deve ser construída com precisão, justificativa e proposta normativa.
Na prática, a sugestão deve observar três requisitos:
Após o envio, as sugestões ficarão registradas como “em atendimento”. Não haverá retorno individual sobre a análise, e o contato com as entidades ocorrerá apenas se forem necessários esclarecimentos adicionais.
A janela institucional está aberta, mas exige preparo.
Para empresas, entidades e setores econômicos afetados pela Reforma Tributária, este é o momento de identificar impactos, organizar evidências e avaliar se há pontos do Regulamento do IBS que merecem aprimoramento.
Em temas como esse, uma análise técnica bem estruturada pode ajudar a separar preocupações genéricas de contribuições juridicamente consistentes.
A equipe tributária do Andrade GC acompanha de perto a regulamentação da Reforma Tributária e seus impactos práticos para empresas, setores econômicos e entidades representativas. Caso sua organização esteja avaliando os efeitos do Regulamento do IBS, este é um momento estratégico para estruturar uma análise técnica dos pontos sensíveis e das possíveis contribuições institucionais.